Morar e viver na cidade. Campinas (1850-1900). Mobiliário e utensílios domésticos nos lares campineiros.
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Eliane Morelli Abrahão

Foi a partir de uma pesquisa realizada junto ao Grupo de História da Alimentação em São Paulo no século XIX, coordenado pelo professor Hector Hernán Bruit Cabrera, grupo este vinculado ao Centro de Memória da Unicamp (CMU), que decidimos pesquisar o interior das residências, as formas de morar das famílias campineiras valendo-nos de componentes da cultura material, nesse caso específico, os objetos, o mobiliário e os utensílios domésticos ligados a alimentação. Utilizamos como fonte documental básica os Inventários post mortem do Tribunal de Justiça de Campinas, sob a guarda da área de Arquivos Históricos do CMU.
Estudar a cidade de Campinas e seus habitantes a partir da cultura material mostrou-nos uma modernização não apenas econômica, mas nos hábitos e costumes das famílias em seus diferentes níveis. Obviamente o poder econômico favoreceu a aristocracia e outros segmentos da sociedade, mas os modelos de comportamento adotados pelas elites funcionam como um signo classificatório e os valores simbólicos permearam todos os estratos sociais.

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